Gestão de Banca (Staking Plans) – Parte 2

Nesta segunda parte de “Gestão de Banca (Staking Plans)” estava previsto falar em mais sistemas, que seriam o que apresento em seguida e um outro a que chamaria “Sistema agressivo” baseado no principio “Martingale”. Porem decidi não postar aqui este ultimo simplesmente por não acreditar nele! Acredito que haja quem o domine (minimamente) e consiga obter lucro através desse sistema, mas eu simplesmente acho que mais cedo ou mais tarde a única coisa que conseguiria obter do sistema seria a falência da banca!

Sistema de Percentagem fixa de Banca

Com este sistema são colocadas apostas no valor de uma percentagem fixa da banca existente, independentemente de ganhos ou perdas anteriores. Normalmente é apostada 1% da banca, mas como disse no artigo anterior, cada um de nós tem os seus limites e este número pode ser ajustado.
Esta percentagem deve ser usada tanto para as apostas “A favor” como para as apostas “Contra”, tendo em atenção que neste ultimo caso a percentagem aplica-se à RESPONSABILIDADE e não aos possíveis lucros.
Neste sistema, caso a aposta saia vencedora, o valor da próxima aposta aumenta, reflectindo assim a percentagem sobre o novo saldo, se a aposta sair perdedora, o valor da próxima aposta será obviamente menor pela mesma razão.

Entre as maiores vantagens deste sistema estão o permitir a maximização do numero de apostas que podem ser feitas a partir de uma determinada banca, outra das vantagens é que o valor das apostas aumenta sempre tendo em conta o total da banca, obrigando assim a um “escalar sustentado”, o mesmo se aplica às perdas, este sistema não permite uma queda “a pique” do total da banca.

A principal desvantagem é que depois de sofrer alguma perda a recuperação é mais lenta devido ao facto da banca estar mais pequena, existem alguns métodos que permitem a minimização deste facto, porem não os irei mencionar no momento por não ser o objectivo destes tópicos o aprofundamento de sistemas.

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